Reconciliação

“Ainda estava longe quando o Pai o viu, e enchendo-se de compaixão correu a lançar – se – lhe ao pescoço, e beijou-o. Disse-lhe o filho: Pai, pequei contra o céu e para contigo. Já não sou digno de me chamar teu filho. Mas o pai disse aos criados: Trazei depressa o trajo melhor e vesti-lho. Ponde-lhe um anel na mão e calçado nos pés. Trazei o vitelo gordo e matai-o. Comamos, façamos uma festa, porque este meu filho estava morto e voltou à vida, estava perdido e encontrou-se” . (Lc 15, 20b – 24)

Para acolher o Evangelho e entrar no Reino de Deus é necessário o arrependimento e a conversão. A conversão ou metanóia é:

  • uma mudança profunda que atinge a a forma de pensar e de agir, os critérios e atitudes;
  • deixar os nossos caminhos, para seguir o caminho que Deus nos propõe em Jesus Cristo;
  • acolher e aderir à vida nova que Deus nos oferece através do Espírito Santo;
  • um processo de transformação que exige esforço e dedicação ao longo de toda a vida;
  • uma exigência que nos renova interiormente para alcançarmos a plena estatura da vida cristã.

O pecado é a infidelidade a Deus e à condição humana.

  • Peco se no meu coração não dou lugar a Deus.
  • Peco se, por acção consciente e deliberada ou por falta de cuidado, prejudico a vida, a dignidade, a realização ou a felicidade de alguém.
  • Peco se, de alguma maneira, faço de outrem meu escravo.
    Peco se alieno a minha liberdade deixando-me dominar por vícios e paixões.
  • Peco se não estiver interessado em ajudar: se não amar o próximo como a mim mesmo.

Jesus alertou contra o pecado, mas prometeu que Deus perdoa a todo aquele que procure converter-se. E deixou na Igreja um sacramento para o perdão e a paz: “Vai em paz, os teus pecados estão perdoados por Deus”.

“Purificai os vossos corações no Sacramento da Reconciliação. Mente quem disser que o convite da Igreja à Penitência provém de uma mentalidade «repressiva». A confissão sacramental não constitui uma repressão, mas uma libertação”
                                                                             (João Paulo II, Homilia de 5-4-79)

Qualquer cristão que deseje receber o Sacramento da Reconciliação pode vir nos horários indicados ou pedir no Acolhimento para falar com um Sacerdote:

  • Terça-feira – das 10.00 h às 12.00 h – inativo
  • Terça-feira – das 17.00 h às 19.00 h. – inativo
  • Quarta-feira – das 17.00 h às 19.00 h – Padre Fernando Guerra
  • Quinta-feira – das 17.00 h às 19.00 h. – inativo
  • Sexta – feira – das 10.00 h às 12.00 h – inativo
  • Sexta – feira – das 17.00 h às 19.00 h. – inativo
  • Fora dos horários indicados dirija-se ao Acolhimento e será atendido, sempre que haja um sacerdote disponível.

Duas vezes por ano realizam-se Celebrações Penitenciais Comunitárias: realizam-se no Advento e na Quaresma. Também na Quaresma temos uma Noite de Vigília e Oração – Noite da Misericórdia – na qual diversos Sacerdotes estão disponíveis para escutar quem queira vir ao seu encontro.

As crianças e os jovens têm nos respectivos grupos momentos de Celebração de Reconciliação específicos e preparados para as diferentes idades.